terça-feira, 9 de agosto de 2011

Educação Romana Antiga

A Educação Romana


Roma desenvolve a concepção de um Império formado por vários povos. Não discrimina os vencidos e ainda lhes confere o direito da cidadania romana, em troca do pagamento de impostos.

Eles desenvolvem o conceito de Humanitas (à semelhança do paidéia grego) que equivale a uma cultura universalizada. Distingue-se da paidéia por se tratar de uma cultura predominantemente humanística e, sobretudo cosmopolita e universal, buscando aquilo que caracteriza o homem, em todos os tempos e lugares.

A Humanitas não se restringe ao ideal de homem sábio, mas se estende à formação do homem virtuoso, como ser moral, político e literário.



Dentre os grandes educadores ou referencias na educação romana (Cícero, Sêneca, Plutarco e Quintiliano), o destaque vai para o primeiro professor remunerado pelo Estado, Quintiliano, por sua praticidade.
Ele distancia-se da filosofia, preferindo os aspectos técnicos da educação, sobretudo da formação do orador. Não se prende a discussões teóricas, mas procura fazer observações técnicas e indicações práticas. Por exemplo, sugere, para iniciação às letras, o ensino simultâneo da leitura e da escrita, criticando as formas vigentes por dificultar a aprendizagem.
Recomenda alternar trabalho e recreação para que a atividade escolar seja menos árdua e mais proveitosa. Considera importante que a criança aprenda em grupo, por favorecer a competição de natureza saudável e estimulante.

Recomenda a prática dos exercícios físicos, realizada sem exageros.

Valoriza a busca da clareza, a correção, a elegância e os clássicos como Homero e Virgílio no estudo de gramática, reconhecendo os aspectos estético, espiritual e étic



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