Apresentação da Sala de Aula Invertida realizada pelas minhas alunas da Licenciatura em Ciências Biológicas
Frank - Candidatura a Direção Geral do IFSP-SRQ 2025-2028
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sábado, 6 de março de 2021
Metodologias Ativas - Aula enriquecida com Tecnologia
Apresentação da Aula enriquecida com Tecnologia realizada pelas minhas alunas da Licenciatura em Ciências Biológicas.
Metodologias Ativas - Gamificação
Apresentação da Gamificação realizada pelos meus alunos da Licenciatura em Ciências Biológicas
Metodologias Ativas - Pedagogia da Criatividade
Apresentação da Pedagogia da Criatividade realizada pelas minhas alunas da Licenciatura em Ciências Biológicas
Metodologias Ativas - Aprendizagem Disruptiva
Apresentação da Aprendizagem Disruptiva realizada pelas minhas alunas da Licenciatura em Ciências Biológicas.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Metodologias Ativas - Começando e Implantando em suas Aulas ou Turmas
Introdução
Frank Viana Carvalho
Seja
bem-vindo à vanguarda educacional e aos novos modelos de ensino e aprendizagem
nesta era do conhecimento, da tecnologia da informação e do mundo digital.
Você, que agora ouve falar das Metodologias Ativas, saiba que elas representam
uma real transformação e modificação na forma de ensinar e aprender. Nesta
postagem e nas outras cujos links aparecem aqui, você encontrará as orientações
para seus primeiros passos nesse novo caminho didático-metodológico.
As
principais metodologias ativas são as que estrategicamente se valem da força do
trabalho em equipe para a promoção da aprendizagem e construção de
competências: a aprendizagem baseada em problemas, a aprendizagem cooperativa e
colaborativa, e a aprendizagem por meio de projetos
(CARVALHO e ANDRADE, 2019,
p. 08).
Inicialmente
é importante conhecer algumas referências que podem ajudá-lo(a) no
aprofundamento e ampliação dos conhecimentos sobre as Metodologias Ativas: veja
abaixo em referências.
Metodologias Ativas - Começando e Implantando
em suas Aulas ou Turmas
Frank Viana Carvalho
I. Conhecendo as Metodologias Ativas
A
primeira coisa é mostrar à sua equipe, aos seus alunos ou aos participantes do
seu grupo de estudos e aprendizagens a importância das Metodologias Ativas e
seus fundamentos. Para tal é fundamental a compreensão do significado do
Trabalho em Equipe, da Interação, do Compartilhar e Cooperar nas Metodologias
Ativas (PBL, Aprendizagem Cooperativa e
Projetos). Essa conscientização ocorrerá em etapas, mas desde o começo, ela
deve ser trabalhada.
Objetivo:
Apresentar e relembrar aos participantes de forma breve a importância do
trabalho em equipe na construção do conhecimento.
Estratégia:
apresentação de resumos dos conceitos, das definições, de palavras-chave e de
sínteses das Metodologias Ativas através de slides e apresentações orais
curtas.
II. Conscientização
Você
necessitará se valer de ações ou agentes pedagógicos estimuladores para
compreensão da importância do fazer coletivo, do engajamento e do trabalho em
equipe para o desenvolvimento de habilidades e competências educacionais e
profissionais. Este agente estimulador pode ser um filme sobre o assunto, um
texto, um artigo, um site, uma excursão, um vídeo, uma reportagem, uma notícia
importante e atual, uma propaganda, uma entrevista, um objeto, uma imagem, um
produto, uma dinâmica, ou outra atividade que desperte a atenção para a
importância da utilização da metodologia.
Objetivo:
Preparar a equipe pedagógica, os docentes para o necessário processo de
sensibilização e conscientização junto aos estudantes. Preparar o seu grupo de
estudos e aprendizagens. Em algumas escolas este processo precisa ser
desenvolvido junto a todos: direção, coordenação, estudantes e colaboradores
técnico-administrativos.
Estratégia:
leitura e análise de pequenos textos, pequenos filmes, apresentação de
pesquisas.
Há
vários filmes que podem levar à essa necessária reflexão. Filmes do final do
século XX:
-
“A Guerra do Arco-íris” (do individualismo, isolamento e preconceitos e
conflitos, em direção à união, à superação, à compreensão, ajuda e cooperação).
-
Together – Curta metragem sobre soluções criativas conjuntas.
-
Time de Águias – (o trabalho em equipe, o incentivo, a motivação, a superação,
a automotivação, a resiliência).
Filmes
do século XXI:
-
O Triunfo (a história do professor Ron Clark que teve que alterar completamente
seus métodos e propostas para fazer com que alunos desacreditados aprendessem e
se superassem)
-
Escola da Vida (ficção que retrata de forma leve e divertida a história de dois
docentes que se valem de estratégias e métodos heterodoxos ao ensinar aos seus
alunos)
-
Race to nowhere (documentário com um importante questionamento da escola
tradicional focada em transformar pessoas para serem apenas bons alunos,
esquecendo-se de que ela deve educar para a vida, para a sociedade, para o mundo
do trabalho. Também traz propostas de mudanças).
Outros
filmes que podem ser parcialmente utilizados com esse propósito: O Sorriso de
Monalisa, Gênio Indomável, O Clube do Imperador, Escritores da Liberdade, Além
da Sala de Aula, Uma lição de vida, Meu nome é Rádio, O melhor professor da
minha vida, Educação para o brincar, Meu adorável professor, A Onda, O
Substituto, O Primeiro da Classe, Sociedade dos Poetas Mortos.
Em
cada um desses filmes, deve ser feita uma análise prévia para se saber quais
partes dos filmes enfatizam mais os ensinamentos que se pretende destacar das Metodologias
Ativas.
III. Utilizando o excelente Filme “A Guerra do Arco-Íris”
O
filme deve ser assistido com pausas. Em cada pausa pedir aos participantes que
anotem uma palavra que resuma o que viram naquele trecho do filme.
1º
Momento - Atividade:
Primeira
parte: Do início, até quando o Jovem do mundo ‘amarelo’ (dourado) começa a
esboçar uma ideia na prancheta/caderno.
Segunda
Parte: Da ideia que ‘voa’, até o retorno do jovem e sua condecoração por sua
líder.
Terceira
Parte: Do momento em que o jovem apresenta a flor que ele trouxe de outro reino
e é punido até quando as cores se misturam e formam o ‘verde’.
Quarta
(e última) Parte: Da percepção da mistura das cores até ao final do filme.
2º
Momento - Atividade:
Ouvir
e anotar na ‘lousa’, ou digitar para que apareça na projeção em tempo real as
palavras ‘síntese’ do filme. Se forem muitos participantes, ouvir apenas alguns
voluntários; se poucos, ouvir todos.
Objetivo:
Reflexão e Sensibilização. Observar e destacar como as palavras representam a
evolução da interação humana em qualquer contexto. Do isolamento e
individualismo em direção aos conflitos e resoluções gerados pelo convívio,
superação, descobertas, união, ajuda mútua e cooperação.
Estratégia:
a) Assistir ao Filme Guerra do Arco-Íris por partes, refletindo sobre a
aplicação das principais palavras-chave que resumem o filme.
IV. Organizando em Grupos - Equipes
de Trabalho
Há
várias estratégias para fazer a divisão dos grupos respeitando a diversidade da
turma e
promovendo a interação entre os componentes.
Na
organização dos grupos nos espaços escolares e em sala de aula, quanto mais
novos forem os estudantes, tanto mais fácil e adequado é ao docente organizar a
divisão da turma em equipes. Quanto mais maduros, tanto mais deve o docente
compartilhar com eles essa tarefa ou deixá-la a cargo dos próprios estudantes.
Dependendo
da proposta, em sala de aula alguns docentes preferem grupos heterogêneos,
envolvendo habilidades em diferentes componentes curriculares. Em outra
proposta pode-se formar grupos por afinidade, proximidade, amizade, grupos de
interesse. A formação aleatória (sorteios e dinâmicas lúdicas) também pode ser
usada eventualmente, ou em atividades para unir duplas que previamente tenham
se escolhido ou se formado por outro critério.
Várias
estratégias podem ser utilizadas (CARVALHO e ANDRADE, Metodologias Ativas, p.
34).
V. Trabalhando os Textos Resumidos “O que podemos aprender com os
animais”
Imprima em quantidade
suficiente para que cada grupo tenha o conjunto dos quatro textos. Distribua
para os grupos. Peça que cada participante fique com um dos textos e eles
deverão:
- ler silenciosamente
procurando no textos frases que destacam ideias que podem ser aplicados ao contexto
deles (educacional, trabalho em equipe, motivação, superação, empresarial,
etc).
- após a leitura inicial,
eles deverão compartilhar com seus pares (dentro dos grupos).
- ao final, de forma
coletiva, em cada grupo, uma pessoa deverá destacar uma das ideias principais
para todos.
A Lição dos Gansos
(1) No outono, quando se
vê bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande “V” no céu,
indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem dessa forma.
(2) Sabe-se que quando
cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave
imediatamente detrás.
(3) Ao voar em forma de
“V”, o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais da força de voo do que uma
ave voando sozinha.
(4) Sempre que um ganso
sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessária para continuar
voando sozinho.
(5) Rapidamente, ele
entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela
ave que voa imediatamente à sua frente.
(6) Quando o ganso líder
se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a
liderança.
(7) Os gansos de trás
gritam, encorajando os da frente para que mantenham a velocidade.
(8) Finalmente, quando um
ganso fica doente, ou ferido perde as forças e cai, dois gansos saem de
formação e o acompanham para ajudá-lo e protegê-lo.
(9) Ficam com ele até que
consiga voar novamente ou venha a falecer e só então levantam voo sozinhos ou
em outra formação a fim de alcançar seu bando.
Fonte: Kris Brown e Holy Rosary. Organizado
sequencialmente por Frank Viana Carvalho. Citado por Simão de Miranda em
Dinâmicas de Grupo. Campinas: Papirus, 2006.
Lobos em Formação
(1)
Ao observar os lobos em linha na época do inverno, pesquisadores perceberam e
relataram algo bem interessante:
(2)
Os três primeiros eram os mais velhos ou os doentes e marcavam o ritmo do
grupo. Se fosse ao contrário, seriam deixados para trás e perderiam o contato
com a alcateia. Seguindo na frente, em caso de emboscada, davam a vida em
sacrifício pelos mais jovens.
(3)
Eles são seguidos pelos cinco mais fortes que defendiam a todos em caso de
ataques surpresa.
(4)
No centro seguiam os demais membros da alcateia, e no final do grupo seguiam os
outros cinco mais fortes que protegiam o grupo.
(5)
Em último, sozinho, seguia o lobo “alfa (alpha)”, o líder da alcateia. Nessa
posição ele conseguia controlar tudo ao redor, decidir a direção mais segura
que o grupo deveria seguire antecipar os ataques dos predadores.
(6)
Em resumo, a alcateia segue ao ritmo dos anciões e sob o comando do líder que
impõe o espírito de grupo não deixando ninguém para trás.
Modificado,
resumido e organizado sequencialmente por Frank Viana Carvalho. Fontes: Site O
Bem Viver: https://obemviver.blog.br/2016/04/18/lideranca-aprendendo-com-a-natureza-a-licao-dos-lobos/
e livro de Barrry Lopes: Os Lobos e o homem. Lopez,
Barry. Of wolves and men. New York: Scribner Classics. 1978, p. 320.
Os Pinguins e o Frio
(1) Uma equipe internacional de cientistas
desvendou o mistério de como os pinguins aguentam o rigoroso frio do continente
gelado.
(2) Um vídeo gravado durante o inverno
na Antártida capturou durante várias horas a movimentação dos
pinguins em Dronning Maud Land, onde as temperaturas podem cair a menos 45
graus centígrados e os ventos chegam a 180 quilômetros por hora.
(3) Os pinguins imperadores conseguem sobreviver
ao inverno antártico formando grandes grupos.
(4) Eles
precisam se agrupar ou então perderão energia. Se o grupo for muito solto, os
pinguins congelam. Mas, se o grupo for muito apertado, eles não conseguem se
mover.
(5) A grande colônia fica parada a maior parte do
tempo, mas, a cada 30 ou 60 segundos, um pinguim ou um grupo deles começa a se
mover aos poucos e isto faz com que os pinguins que cercam o grupo se movam e,
de repente, este movimento atravessa a colônia como uma onda.
(6) O movimento coordenado do grupo é tão sutil,
que é imperceptível a olho nu, mas, em imagens gravadas durante um período mais
longo, é possível ver o impacto destes movimentos na estrutura da colônia.
(7) As
imagens também revelaram que, enquanto a onda de movimento atravessa a frente
do grupo, alguns pinguins que estão na área saem da colônia e vão para a parte
de trás do agrupamento.
(8) Isto
significa que, durante várias horas, os pinguins usam as ondas de movimento
para viajar pela colônia e ter a chance de compartilhar um pouco de calor.
(9) Mas parece que esses grupos
praticamente compactos às vezes podem ser eficientes até demais na tarefa de
manter os pinguins aquecidos. Os pinguins que estão no centro do grupo acabam
ficando com calor e de vez em quando, precisam sair para tomar um ar.
(10) Pesquisas
anteriores consideravam os grupos como estruturas estáticas – o que agora
sabe-se que não é verdade.
Modificado,
resumido e colocado sequencialmente por Frank Viana Carvalho. Fonte:
BBC, Revista Plos One.
O que as Formigas nos ensinam
(1) As formigas são encontradas em muitas
histórias, contos, fábulas e ensinamentos da cultura ocidental e oriental. Elas
representam sobremaneira o esforço cooperativo, a força e a solidariedade. Há
também lições de operosidade, tenacidade e organização.
(2) Apesar de pequenas, as formigas são muito
fortes. São capazes de levantar até sete vezes o seu próprio peso.
(3) Elas também são muito resistentes. São
capazes de andar até 300 metros para encontrar comida, o que seria no caso do
ser humano o equivalente a andar 60 quilômetros a pé para ir fazer compras no
supermercado.
(4) As formigas não se prendem a limites
quando encontram um objeto que devem carregar, simplesmente fazem todo o
esforço possível para erguer e avançar.
(5) Elas trabalham de forma planejada e
previdente. Trabalham no verão adquirindo e juntando reservas para o inverno.
(6) As formigas são muito organizadas. Um
formigueiro pode abrigar até três milhões de formigas, onde cada uma tem seu
papel e desempenha uma função.
(7) Finalmente podemos afirmar que as formigas
são resilientes. Se algo destrói o seu lar - o formigueiro -, elas pronta e imediatamente
começam o trabalho de reconstrução.
Modificado,
resumido e colocado sequencialmente por Frank Viana Carvalho. Fontes:
Brasil Escola; Revista Galileu, Revista Super Interessante. Site: Na busca dos
ancestrais das formigas.
Obs.
Os textos “O que podemos aprender com os castores” e “O que podemos aprender
com as abelhas”, modificados e organizados por Frank Viana Carvalho também
podem ser utilizados.
Clique para Outras Importantes Orientações e Sugestões:
Será que é possível conseguir ambientes educativos mais silenciosos ao realizar atividades em grupo?
Referências - Metodologias Ativas:
CARVALHO,
Frank Viana; ANDRADE NETO, Manoel. Metodologias Ativas: Aprendizagem
Cooperativa, PBL e Pedagogia de Projetos. São Paulo: República do Livro. 122 p.
ISBN: 978-85-85248-02-4. 2019.
CARVALHO,
Frank Viana. Trabalho em Equipe, Aprendizagem Cooperativa e Pedagogia da
Cooperação. São Paulo, Editora Scortecci, 2015. 211 p. ISBN: 978-85-366-4024-2.
2015.
As
duas obras podem ser encontradas na Livraria Nobel, Atelier do Saber ou
República do Livro. Pedidos ao Atelier do Saber para entrega pelo Correio podem ser feitos ao escrever um e-mail solicitando os livros: atelierdosaber@hotmail.com
Fontes das Imagens dos animais:
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
O Segredo do Trabalho em Equipe - A Permanência dos Grupos e nos Grupos
O Segredo do Trabalho em Equipe
A Permanência nos Grupos
Frank Viana Carvalho
Quando estudantes, professores ou líderes de uma empresa propõem um trabalho ou
desafio em equipe (trabalho em grupo), eles às vezes pensam em uma única
atividade, uma única aula. Se nos atermos ao que é ideal para o aprendizado do “trabalhar
em equipe”, isso realmente não é bom. E porque não é bom?
Os
grupos atravessam fases desde o momento em que se conhecem – interagindo,
aprendendo e ensinando uns aos outros –, e isso leva tempo. São três as principais
fases pelas quais os grupos passam: a) Conhecimento/Interação, b) Conflito/Superação
e c) Aceitação/Produtividade. Cada fase tem suas características próprias: na
fase do Conhecimento todos tentam ganhar aceitação uns dos outros – é uma ação
psicológica intencional ou não, quer se deem conta ou não –, especialmente
quando o grupo é novo e nunca trabalharam juntos antes. Mesmo que já se
conheçam, sendo companheiros de uma sala de aula ou colegas de uma empresa, ao
se reunirem para trabalhar em grupo, eles tentam conquistar um lugar/espaço no
grupo e agem nessa direção. Essa busca por aceitação ocorre através de aspectos
subjetivos e objetivos, seja falando mais, seja dando ideias, seja copiando
algo, anotando, sugerindo, cada um do seu jeito.
Num
segundo momento, na segunda fase, pelas próprias diferenças, por serem grupos
heterogêneos (mesmo nos grupos chamados ‘heterogêneos’, os componentes da
equipe têm diferenças que os tornam únicos, e por isso todo grupo, é em boa
medida heterogêneo). Eles vão entrar em conflitos por causa da tarefa, por
causa da responsabilidade, das funções que precisam ser assumidas, dos prazos, em
razão de divergências sobre os materiais, das muitas ocupações de cada um no
grupo. Esses vários tipos de conflitos que acontecem na própria dinâmica do grupo,
fazem parte do crescimento dessa equipe e precisam ser superados para o
amadurecimento e aprendizado do grupo, por meio de mediação por alguns do grupo
e do docente. A resolução dos conflitos leva o grupo a um novo patamar. Quando
eles aprendem a administrar e superar esses conflitos, o grupo caminha para a
última fase que é a fase da produtividade.
Nessa
fase o grupo se torna eficiente, começam a se formar como equipe e não apenas
como pessoas realizando um trabalho lado a lado, porque depois do aprendizado
das fases anteriores, eles aceitam-se mutuamente, ajudam uns aos outros e
crescem como grupo.
Em
minhas pesquisas, essas três fases duram no mínimo de dois a três meses quando
há contínua atividade em grupo (duas ou mais vezes por semana). Em alguns casos
raros levará menos tempo, em torno de três semanas. Outros pesquisadores do
mesmo tema, como Calderon e Góvea chegaram ao tempo total de dois anos no
processo completo de formação de uma equipe produtiva enquanto tal.
Essas
pesquisas mostram que trabalhar em equipe enquanto processo de formação do
grupo, ou seja, aprender a trabalhar em equipe, de forma eficiente, leva tempo.
As interações necessárias para que o grupo construa seu aprendizado e realize suas
tarefas de forma eficaz leva tempo. Mesmo assim, muitos grupos são formados/reunidos
apenas para uma tarefa. O risco de sempre fazer assim é a superficialidade, o
imediatismo do resultado, e o foco, que é aprender a trabalhar em equipe, ou
seja, o processo para que, fruto disso, o resultado se apresente, isso se perde.
O processo, o qual enriquece a formação do aprendizado, por meio da interação
interpessoal e o conhecimento uns dos outros, em grupos rápidos (formados
apenas para a tarefa), se perde.
Como citar esse texto do Blog Filosofando:
Carvalho, Frank Viana. O Segredo do Trabalho em Equipe
– Permanência nos Grupos. Blog Filosofando. Disponível em: http://frankvcarvalho.blogspot.com/... Data: __/___/__.
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Turmas Heterogêneas versus Turmas Homogêneas: o velho costume de separar "melhores" e "piores"
Assista o vídeo sobre esse tema /assunto no Youtube https://www.youtube.com/watch?v=4U3nTRvz2PM
Turmas Heterogêneas
... alunos de alta performance (rendimento) acadêmica aprendem mais sozinhos ou trabalhando em grupo?
Uma das grandes motivações ao
se adotar um novo modelo de ensino e aprendizagem é a busca do aumento da performance (rendimento) acadêmica. Quando o objetivo é este crescimento do desempenho na aprendizagem, mudar a maneira ou a estratégia sobre o 'como' se trabalham as relações didático-pedagógicas no ensino e na maneira como os estudantes aprendem é interessante desafio, uma vez que se pretende alcançar esse aumento (do rendimento) através
dessa mudança.
Ao
longo dos últimos cinquenta anos, diversos estudos têm comprovado que em modelos de aprendizagem ativa e cooperativa, a performance dos estudantes é aumentada. Contudo, persistiu, e para muitos educadores, estudantes, pais e comunidade, ainda persiste a ideia de que, separar ou classificar os estudantes de acordo com sua performance acadêmica, e aí colocá-los em grupos ou salas homogêneas leva a um maior rendimento estudantil individual ou coletivo. Dessa maneira, permaneceu, e em grande medida ainda permanece, a descrença no efeito positivo de colocar os estudantes de diferentes desempenhos para trabalhar juntos (grupos ou turmas heterogêneas). E, em especial, há também a forte desconfiança de que aqueles alunos de maior performance sofreriam prejuízo nesse caso, e o ideal é deixá-los trabalhar sozinhos.
A
fim de investigar especificamente essa questão, se estudantes de maior performance são mais produtivos sozinhos ou em grupo, foi realizada uma pesquisa. A ideia era colocar estudantes
de alta performance em grupos heterogêneos em relação ao domínio de um tema/disciplina/conteúdo. Com esse propósito, após uma avaliação diagnóstica no começo do período letivo, numa sala/classe os estudantes formaram pequenos grupos de estudos. Em cada grupo, com base na avaliação diagnóstica, foi colocado um
estudante de alta performance, outro estudante de média
performance e por fim, um aluno de menor performance naquele conteúdo/disciplina/tema. Ao longo de cinco meses de atividades e estudos foram
desenvolvidas atividades cooperativas, onde os estudantes trabalhavam, estudavam e interagiam em grupo na aprendizagem dos conteúdos propostos. Ao longo do período da pesquisa, quantitativa e qualitativamente os conteúdos adquiriam progressão e cumulatividade. Ao final de cada mês houve uma avaliação individual para acompanhar
a performance desses estudantes. Havia também outra sala como um grupo de controle
(GC), do mesmo curso, série e disciplina, onde todo o ensino era baseado em atividades individuais. Nenhum tipo de aprendizagem
cooperativa acontecia: nada de duplas, pequenos grupos, tarefas coletivas.
Ao
acompanhar o progresso e o desenvolvimento do estudantes, os desafios sendo dados, os pesquisadores tiveram o cuidado para que sempre trabalhassem com avaliações individuais. Ou seja, a aprendizagem ocorria em
grupos cooperativos, porém a avaliação era individual. Percebeu-se que havia um
aumento da performance dos alunos nas avaliações na medida em que a disciplina
ia aumentando em quantidade, progredindo qualitativamente e em complexidade, ou mesmo ficando mais difíceis. Ao final do semestre podiam ser comparadas as duas
turmas - a sala com atividades em modelos de cooperação e o grupo controle.
Como
será que ocorreu a aprendizagem naquela sala/turma onde o trabalho foi apenas individual, nunca em grupo,
nunca coletivo? E na outra, onde ocorreu em grupos cooperativos? Como se saíram os
estudantes de alta performance? E os outros? Os dados coletados revelaram aspectos muito
interessantes. Os estudantes de alta performance, quando colocados para trabalhar em grupo interagiam com seus colegas: ensinavam a eles, explicavam os conteúdos, tentavam explicar as etapas na resolução das questões, tiravam dúvidas, e outras interações possíveis nas relações entre colegas. Em diferentes medidas e proporção, o mesmo ocorria com os estudantes de média e menor performance naqueles conteúdos. Isso levou a um aumento do rendimento acadêmico de todos.
O aumento do rendimento e da aprendizagem acontecia com os estudantes de média performance e proporcionalmente falando, ainda mais com os estudantes que sabiam menos daquele conteúdo, ou que, a princípio tinham mais dificuldade. O interessante é que, ao comparar com o grupo controle (GC), todos se desenvolveram mais nas salas onde havia maior interação. Ou seja, em grupos cooperativos todos cresceram mais do que trabalhando individualmente.
O aumento do rendimento e da aprendizagem acontecia com os estudantes de média performance e proporcionalmente falando, ainda mais com os estudantes que sabiam menos daquele conteúdo, ou que, a princípio tinham mais dificuldade. O interessante é que, ao comparar com o grupo controle (GC), todos se desenvolveram mais nas salas onde havia maior interação. Ou seja, em grupos cooperativos todos cresceram mais do que trabalhando individualmente.
Esse
é um estudo que revela que não importa o nível em que o estudante esteja, trabalhar
em grupos heterogêneos é sempre mais produtivo e de maior aprendizado.
Referências
JOHNSON, David W. ; JOHNSON, Roger. A Socialização e a crise da busca da
realização: está a solução nas experiências cooperativas de aprendizagem? Applied Social Psychology Annual 4 (Bervely Hills,
California, Sage Publicantions, 1983) pp. 119-159
_____________________________________
e SCOTT, Linda. Os Efeitos do Ensino Cooperativo e da Instrução Individualizada
sobre os Estudantes – Atitudes e Conquistas Acadêmicas. Journal of Social
Psychology 104 :2 (abril de 1978), pp 207-216.
CARVALHO,
Frank Viana. Trabalho em Equipe,
Aprendizagem Cooperativa e Pedagogia da Cooperação. São Paulo, Editora
Scortecci, 2015.
CARVALHO,
Frank Viana; ANDRADE NETO, Manoel. Metodologias
Ativas: Aprendizagem Cooperativa, PBL e Pedagogia de Projetos. São Paulo:
República do Livro. 122 p. ISBN: 978-85-85248-02-4. 2019.
Modelos de Ensino e Aprendizagem
Análise de 122 Pesquisas sobre Modelos
de Ensino e Aprendizagem indicam o Melhor Caminho
Nos
anos 1970 havia a percepção geral de que os estudantes quando reunidos em
grupos de cooperação aprendiam mais e melhor do que em modelos individualísticos
ou competitivos. A fim de investigar sobre o assunto e confirmar (ou não) essa percepção, dois pesquisadores da
Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, Roger Johnson e David Johnson¹, fizeram
uma meta-análise de 122 pesquisas e estudos realizados nos EUA sobre
metodologias de ensino realizando uma análise comparativa entre os mesmos. Eram
artigos científicos, pesquisas de centros acadêmicos, dissertações de mestrado,
teses doutorais, e documentos de análises de Secretarias de Educação.
De uma forma geral, três grandes modelos se apresentavam: cooperação, competição e individualismo. Ao analisar e comparar mais a fundo nesses estudos, eles perceberam que era possível fazer seis análises com
quatro derivações dos grupos ou modelos principais que se evidenciavam na pesquisa: os grupos de cooperação, os grupos de
cooperação que competiam com outros grupos, os alunos trabalhando de forma
isolada e os alunos em competição uns contra os outros.
Após
as diversas análises que levaram seis anos, eles chegaram às seguintes
conclusões: os grupos de cooperação (cooperam entre si e cooperam com os outros
grupos) aprendem mais e melhor, seja em performance acadêmica, desenvolvimento
de competências, habilidades e valores de relacionamento em grupo, como trabalho
em equipe, relações interpessoais e solidariedade, entre outros valores. Em seguida, abaixo dos grupos cooperativos, os grupos competitivos se mostraram mais produtivos que os modelos de competição individual e, por último, os modelos individualísticos.
Em
2008 Cary Roseth² e uma equipe repetiram o estudo, dessa vez a comparação de 147
pesquisas (realizados em todo o mundo) permitiu que essa meta-análise fosse
ainda mais abrangente. Os estudos mostraram novamente que a aprendizagem em
modelos de cooperação é mais produtiva e efetiva no que diz respeito à performance
acadêmica e aprendizagem de competências e valores.
Em
2013 Eva Kyndt³ e colaboradores reuniram 65 estudos realizados em diversos
países de 1995 em diante, questionando se de fato a aprendizagem em cooperação
(aprendizagem cooperativa e colaborativa) é mais efetiva do que os outros
modelos. E os resultados comprovaram mais uma vez que a aprendizagem em
cooperação promove maior performance acadêmica quando comparada com modelos individualísticos
ou competitivos.
Diante
dessas evidências científicas tão amplas e validadas, não seria interessante
fazer uso de estratégias cooperativas no ensino e na aprendizagem?
Siga
o Blog e continue sabendo mais sobre esse assunto.
Referências
¹JOHNSON, David W. ; JOHNSON, Roger. A
Socialização e a crise da busca da realização: está a solução nas experiências
cooperativas de aprendizagem? Applied
Social Psychology Annual 4 (Bervely Hills, California, Sage Publicantions,
1983) pp. 119-159
_____________________________________ e SCOTT, Linda. Os
Efeitos do Ensino Cooperativo e da Instrução Individualizada sobre os
Estudantes – Atitudes e Conquistas Acadêmicas. Journal of Social Psychology 104 :2 (abril de 1978),
pp 207-216
²ROSETH, Cary J.; JOHNSON, David W. ; JOHNSON,
Roger. T.
Promovendo a conquista e o Relacionamento entre pares dos adolescentes: os
efeitos das estruturas de metas cooperativas competitivas e individualistas.
Boletim Psicólogo 2008, Vol.34 Nº2, 223-246, 2008. Disponível em:
www.apa.org/pubs/journals/releases/bul-1342223.pdf
³KYNDT,
Eva .; RAES, Elizabeth; LISMONT, Bart; TIMMERS, ; CASCALLAR,
Educardo ; DOCHY, Filip. Uma meta-análise dos efeitos da aprendizagem
cooperativa face a face. Estudos recentes invalidam ou confirmam descobertas
anteriores? Educational Research Review, Volume 10 Dezembro de 2013, páginas
133-149. Disponível em:
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1747938X13000122
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Metodologias Ativas: PBL, Projetos e Aprendizagem Cooperativa - Nova Mutum - UNEMAT
Em Nova Mutum, na UNEMAT e na Secretaria de Educação tivemos a oportunidade de falar para mais de 300 educadores. Na palestra o grupo conheceu de maneira dinâmica e criativa como as Metodologias Ativas criamcondições para ensinar mais e melhor aos alunos, promover a educaçãosocioemocional, a criatividade e integrar conhecimentos, habilidades, competências e valores. Apresenta como as Metodologias Ativas permitem aos estudantes aprender e se desenvolver em diferentes contextos e espaços educacionais, em pequenos grupos, em sala de aula ou fora dela, e em ambientes de formação profissional. Elas fundamentam as principais estratégias de trabalho nas instituições de ensino e empresas. Na sequência um Workshop para os docentes da UNEMAT e também da Secretaria de Educação Municipal. O legal é que a proposta metodológica atende os pressupostos do Projeto FOCCO, que trabalha a aprendizagem cooperativa na Universidade Estadual. A proposta sugere caminhos e dá liberdade aos docentes para criarem suas próprias estratégias cooperativas para a melhoria do ensino e da aprendizagem.
Valeu muito a pena conhecer esse grupo motivado e disposto a participar de novos projetos e pesquisas metodológicas. Agradecimentos à Diretora, profa. Roberta, à profa. Camyla, coordenadora do Curso de Administração, e à profa. Eloisa, coordenadora do FOCCO. Um grande abraço UNEMAT e Nova Mutum-MT.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
CEFET-MG em Timóteo: As Metodologias Ativas e a Aprendizagem Cooperativa - A Revolução no Ensino
As Metodologias Ativas e a Aprendizagem Cooperativa - A Revolução no Ensino
Diante das perguntas, “Como ensinar mais e melhor aos nossos alunos? Como integrar conhecimentos, habilidades, competências e valores numa era tecnológica e digital? O que fazer para que o aluno aprenda a aprender, aprenda a fazer, aprenda a compartilhar e, sobretudo, aprenda a ser?”, apresentei uma palestra a partir das mais modernas propostas educacionais e dos grandes pensadores da educação, clássicos e contemporâneos, em uma cadência envolvente nas quais levei os participantes a várias sugestões e propostas de ensino e aprendizagem que englobam cooperação, competências, solidariedade, relações interpessoais, educação emocional e alta performance acadêmica.
Apresentei a mais moderna Metodologia de Ensino em aplicação nos Estados Unidos e na Europa. Eles viram como funcionam estratégias de ensino e aprendizagem e a organização da sala de aula em pequenos grupos que trabalham construindo o próprio conhecimento sob a orientação do professor e desenvolvendo várias habilidades de interação, aprendizado, motivação e cooperação e suas variadas estratégias de participação e aprendizagem. Descrevi experiências aplicadas com sucesso onde o ganho acadêmico, a aprendizagem de habilidades e valores, e a performance individual superaram em grande escala e com grande vantagem os caminhos do ensino tradicional.
Foram destaques:
Ensinando Competências, Valores e Habilidades.
Promovendo a Cooperação e o Trabalho em Equipe na Equipe da Instituição.
Uma fantástica revolução na maneira de ensinar e de aprender.
Organizando os Grupos das Metodologias Ativas e Cooperação.
Aprendizagem Cooperativa e o aumento da performance acadêmica.
As Estratégias, Dinâmicas, Jogos e Modelos Ativos para a condução do processo de ensino e aprendizagem.
Como alcançar os elementos chaves: Interdependência Positiva, Responsabilidade Individual, Desenvolvimento de Habilidades, Participação Igualitária, Processamento e Dinâmica de Grupo e Interação Positiva entre os participantes.
Metodologias Correlacionadas.
Pesquisas e Estudos que comprovam a eficácia das Metodologias Ativas em contextos de Cooperação.
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| Professores Fabrício (organizador do evento) e Leonardo (Física e Laboratório de Astronomia) |
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| Participantes da Secretaria de Educação de Timóteo |
domingo, 20 de agosto de 2017
Metodologias Ativas e Colaborativas - Workshop em Florianópolis - 2017
O WORKSHOP
Faça parte do novo e permita-se adentrar na vanguarda educacional ao
conhecer as ‘Metodologias Ativas’, poderosas ferramentas de ensino e
aprendizagem que, em ambientes de cooperação, promovem o aumento da performance
acadêmica, a educação socioemocional, a capacidade de resolver problemas, a
consciência crítica e construtiva, e o almejado desenvolvimento de habilidades,
competências e valores.
QUANDO?
Data: 11 e 12 de setembro de 2017
Horário: 19h ás 22:00 (Carga horária de 6h)
FACILITAÇÃO.
Convidado Especial: Frank Viana
O Dr. Frank Viana Carvalho é autor de vários livros e artigos em
educação e filosofia, e tem realizado pesquisas sobre modernas metodologias de
ensino e o valor da cooperação nos ambientes educacionais e corporativos. É
docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFSP), e
realiza projetos em parceria com a Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e a
Universidade Federal do Ceará (UFC - Projetos PACCE, PRECE e PEACE). Pedagogo e
Filósofo, Especialista e Mestre em Educação, Mestre, Doutor e PhD em Filosofia,
o Dr. Frank possui grande experiência no mundo da educação, onde atuou como
docente e gestor, e realizou centenas de palestras e cursos em todas as regiões
do Brasil. É um incansável pesquisador das modernas metodologias e traz ao
Brasil o que há de mais moderno: as metodologias ativas na educação. Como
membro do IASCE, coordena e participa de diversos projetos de Educação com
Cooperação. Foi o representante do Brasil no Congresso Mundial de Aprendizagem
Cooperativa na Dinamarca, onde lançou o livro “Trabalho em Equipe, Aprendizagem
Cooperativa e Pedagogia da Cooperação”. (obra também lançada no Fórum Mundial
de Educação Tecnológica (Olinda-Recife) e no Festival Internacional da
Cooperação (FICOO, Atibaia). Foi coordenador e atualmente é membro do NAPNE
(Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educativas Específicas) no
IFSP, onde tem desempenhado papel ativo na pesquisa e desenvolvimento de
estratégias de ensino para todos os níveis de ensino.
Leonardo Dutra Guedes
Graduado em Pedagogia pela UFSC e pós-graduado em Jogos Cooperativos
pela UNIMONTE, de Santos (SP) e em Educação Transformadora pela Gente de Bem,
de Curitiba (PR).. Atua como facilitador de Metodologias Colaborativas e de
Práticas educativas transformadoras pela empresa Ecooa – Desenvolvimento
Cooperativo. É co-fundador do Movimento Geração Mais Amor, voltado ao
desenvolvimento de jovens em mobilização social. Em 2015 no Instituto Elos (SP)
concluiu a formação “Guerreiros Sem Armas”. Leonardo sonha com um mundo mais
colaborativo e melhor para todos, e acredita na importancia das ferramentas
colaborativas e nas metodologias ativas para desenvolver ambientes
transformadores na educação.
COMO FAZER SUA INSCRIÇÃO
Para GARANTIR sua vaga é necessário entrar em contato com:
leocooperacao@gmail.com ou por meio do whatsapp para o número (41)
99147-2451.
E seguir os procedimentos indicados!!! Vagas limitadas!!!
LANCHE DO INTERVALO
Queremos organizar de forma cooperativa o lanche que faremos durante o
intervalo. Sendo assim, solicitamos que você traga algo delicioso e saudável
que gostaria de compartilhar com o coletivo que estará presente.
CUIDANDO DO SEU CONFORTO
Sugerimos que você venha para o encontro trajando roupas que lhe
proporcione melhor conforto e aproveitamento das atividades que iremos realizar
juntos.
NOSSA EXPECTATIVA
Queremos proporcionar a você uma experiência fantástica de aprendizado
e descoberta mergulhando no universo das Metodologias Ativas e da cooperação!
Agradecemos por sua escolha!
Cordialmente,
Léo Guedes.
(Líder da Equipe Organizadora)
Quer saber mais?
FAÇA CON-TATO>
Leonardo (41) 99147-2451
leocooperacao@gmail.com
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