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terça-feira, 13 de junho de 2017

Motivando os Jovens do Centro de Desenvolvimento Social Padre Romão - Pedreira - São Paulo

Atendendo a um pedido da Prefeitura de São Paulo, fui palestrar no Centro de Desenvolvimento Social Padre Cícero Romão, no Bairro da Pedreira. Eles fazem um belo trabalho com a juventude nesta região da cidade. Falei para eles sobre “Automotivação na Vida Cotidiana, Acadêmica ou Profissional”, onde enfatizei a construção de saberes  interpessoais e desenvolvimento de competências de relacionamento e motivação.






sábado, 20 de maio de 2017

Motivação, Inteligência e Autoconhecimento

Aconteceu nos dias 11, 12 e 13 de maio a XIV Semana de Negócios da Univel, com o tema “Inovar para crescer”. Recebi o convite e fui lá, compartilhar ideias e trabalhar temas motivacionais em sua relação com a ciência, com a filosofia e a educação. Uma recepção calorosa e momentos incríveis com os novos amigos do oeste do Paraná. Valeu Cascavel!!!



Link do Evento:
http://univel.br/institucional/imprensa/noticias/xiv-semana-de-negocios-univel

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Um milhão de visitantes!!! Um milhão de acessos!!!

Os visitantes do Blog Filosofando me deram uma enorme alegria ao entrarem nesta página neste começo de dezembro de 2016... 1.000.000 de visitas em busca de conhecimento!!!
Muito obrigado a todos!
Continuarei postando temas relevantes que sempre agreguem valor e conhecimentos!!!
Obrigado Senhor!
Obrigado amigos!


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Segredo

Hoje é o último dia de 2015 e reflexões fazem bem nessa hora...

Perguntaram a um sábio japonês que conservava a sua vitalidade apesar de ter mais de de cem anos: - Qual é o segredo para viver muito com tanta saúde física e mental?
E ele respondeu:
- São três coisas: comer pouco, não ligar para bobagens e, na vida tudo é bobagem!

Pode ser que muita gente não concorde com o terceiro conselho, mas a verdade é que damos muito valor a muita coisa que, no fundo, não tem realmente grande importância. Com isso tornamos a nossa existência algo muito pesado. Devemos levar a vida de uma forma e tranquila e prazerosa, buscando o melhor em nós e nos outros, não nos economizando em relação às vivências e experiências, tendo poucas expectativas em relação aos outros (é impossível não ter nenhuma expectativa) e fazendo o nosso melhor em todas as ocasiões.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz...

E no final da vida, o que fica?

Pensando sobre esta questão, que de fato é fundamental ao humano, Bronnie Ware, uma enfermeira que durante vários anos cuidou de pessoas que eram muito idosas ou estavam enfermas em suas casas - escreveu “The Top Five Regrets of the Dying - A Life Transformed by the Dearly Departing”, que, como o título diz, trata dos cinco arrependimentos mais comuns manifestados pelas pessoas antes de morrerem. Interessante é que quando cursei teologia, tive duas experiências assemelhadas a essa: visitei várias vezes o asilo que funcionava no Bairro da Alvorada, próximo ao portão principal do UNASP. Entre uma música e outra (eu tocava músicas ao violão para eles), fazia perguntas e ouvi tantas vezes os velhinhos relatarem coisas semelhantes; a outra foi quando fiz uma série de visitas ao longo de um semestre ao setor de queimados de um grande hospital de São Paulo.
A enfermeira Bronnie Ware passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria. "Quando questionados sobre desejos e arrependimentos, alguns temas comuns surgiam repetidamente", disse Bronnie ao jornal britânico "The Guardian".


No livro da Bronnie aparecem essas ideias, e os comentários dela:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.
"Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais."

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
"Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho."

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
"Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, ele se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam."

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.
"Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo."

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.
"Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso 'conforto' com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo."

sábado, 25 de julho de 2015

Projeto "Instituto Federal no Alto Xingu"

A Equipe do Projeto em Ribeirão Preto
na Rodovia Anhanguera
Com a temática principal focada na Educação e no Intercâmbio Cultural, o Projeto de Extensão IFSP-SRQ no Xingu que visou 'Ações de Extensão em Alfabetização e Construção de Conceitos em Cidadania e Sustentabilidade' foi realizado durante dez dias em julho de 2015 (10 a 19/07/2015).


Seguindo as orientações do polo local da FUNAI e da Secretaria de Educação, o convite para a visita/expedição foi feito pelo cacique da Aldeia Afukuri (etnia kuikuro) e pelo coordenador pedagógico da escola da Aldeia.


No planalto goiano entre Caiapônia e Nova Xavantina
A equipe, liderada por um docente do Instituto Federal (Frank Carvalho), contava também com um egresso do IFSP-SRQ que é docente de Biologia da Secretaria de Educação do Mato Grosso (Daniel
Januário), um fotógrafo e cinegrafista, aluno do Centro Universitário SENAC (LeRoy Frank) e uma aluna do Curso de Gestão Ambiental do IFSP-SRQ (Susy Leme). O Projeto contou com o apoio da direção geral (Ricardo Coelho) e da coordenação de extensão (José Luís).


O local
No rio Kuluene, afluente formador do Rio Xingu
Para chegar ao local, viajamos três dias partindo de São Roque-SP até a Aldeia que fica no norte do Mato Grosso, sendo que percorremos 1684 quilômetros de carro em rodovias asfaltadas, 120 kms de caminhonete em estrada de terra e 110 kms de barco. A Aldeia fica no Parque Xingu, completamente isolada das cidades próximas.

O “Parque Indígena do Xingu” engloba, em sua porção sul, a área cultural conhecida como “Alto Xingu”, formada pelos povos Kuikuro, Kalapalo, Yawalapiti, Mehinako, Kamaiurá,  Matipu, Nahukuá, Naruvotu, Trumai,  Wauja e Aweti .

Percorremos os mesmos caminhos dos indigenistas pioneiros na região, os irmãos Villas Boas (Orlando, Cláudio e Leonardo). Eles chegaram nestas terras na década de 1940 e o primeiro contato deles com os índios Kalapalo ocorreu justamente às margens do rio Kuluene, o mesmo rio por onde nós navegamos e chegamos à Aldeia Afukuri.

Em nossa visita a Aldeia Afukuri dos Kuikuro, também conhecemos e tivemos contato com integrantes dos povos Kalapalo, Yawalapiti e Mehinako. A despeito de sua variedade linguística, esses povos caracterizam-se por uma grande similaridade no seu modo de vida e visão de mundo. 

Estão ainda articulados em uma rede de trocas especializadas e intercomunicação cultural.

Entretanto, cada um desses grupos faz questão de cultivar sua identidade étnica e, se o intercâmbio cerimonial e econômico celebra a sociedade alto-xinguana, promove também a celebração de suas diferenças.

Daniel mostra o beiju (tapioca) 
Há casamentos frequentes entre membros de diferentes etnias, o que aumenta o intercâmbio sociocultural entre esses povos.

Os contatos e atividades foram altamente positivos, permanecendo a equipe do IFSP seis dias na Aldeia. 

Dos cerca de 150 habitantes, em torno de dez por cento falam português com relativa fluência.
Assim, em diversos momentos necessitamos de tradução (karib-português ou português-karib) para compreender ou nos fazer entender.

A língua ou idioma ‘karib’ é de um tronco linguístico próprio da região, distinto do tronco tupi ou macro-jê, e é falado pelas etnias Kuikuro, Kalapalo, Ikpeng, Matipu, Nahukwá e Naruvotu (família Karíb).

Respeitando os conteúdos e formas culturais entendidas como “próprias” da cultura Kuikuro, foram apresentadas aos professores da escola da Aldeia, estratégias cooperativas de ensino e material de referência para as aulas. 

No rio Kuluene, Susy e sua máquina fotográfica
Foram dadas algumas orientações sobre o descarte e destinação dos resíduos sólidos (lixo) que estão chegando dos núcleos urbanos fruto das trocas, das viagens, do comércio das cidades próximas.

Os líderes da Aldeia reuniram-se mais de uma vez com a equipe para dialogar e apresentar algumas questões relativas às necessidades da escola local. 

Vários costumes e tradições da etnia kuikuro foram compartilhados com a equipe do instituto, valorizando a expressão e a comunicação entre as culturas. Nesta época (meio do ano) eles realizam jogos e uma grande festa Kuarup - onde é feita uma homenagem a uma ou mais pessoas falecidas. Fomos convidados pelo cacique para permanecer nas festividades do final de julho e de uma festa no ano que vem.

Nos dias do projeto, a equipe pescou junto com eles no rio, comeu beiju e
Um dos encontros com o Cacique e os líderes locais
peixe (base da alimentação da aldeia), assistiu os preparativos e treinamentos das lutas, e participou de atividades próprias dos kuikuro. Além dos livros com estratégias didáticas cooperativas para os professores, a equipe deu uma caixa com livros, revistas e materiais didáticos para os alunos da pequena escola. A receptividade foi muito grande por parte dos aldeões.

Da parte da equipe do IFSP-SRQ, houve grande incentivo a valorização da identidade étnica. Há muita diversidade presente em cada etnia e em cada aldeia. É importante ressaltar que alguns costumes das cidades próximas já chegaram às aldeias, relativos ao vestuário e à tecnologia.

Estratégias para atividades didáticas no ensino e aprendizado da língua portuguesa e do tratamento dos resíduos sólidos são
Em frente a "Oca dos Homens", uma foto no dia da despedida
necessidades numa tribo que, embora isolada geograficamente, tem permanente contato com a cultura e população dos municípios matogrossenses vizinhos.
A presença de pássaros e outros animais é normal na Aldeia

Foi a própria comunidade indígena que solicitou uma escola para o aprendizado da língua portuguesa e valorização dos costumes, história e tradições locais. Embora eles não tenham a figura de um alfabetizador especializado na escola ou na aldeia, os cinco professores da escola têm feito a alfabetização em língua portuguesa prosseguir. O professor Daniel Januário é o único não pertencente à etnia kuikuro.

Na volta, a alegria de uma missão bem realizada, o desejo de ajudar uma Aldeia que tem muitas necessidades em sua pequena escola de uma única sala (que precisa urgentemente ser ampliada) e quase 3800 kms de muita aventura.

Na estrada, próximos a Barra do Garças - MT

Susy registrou em fotos várias plantas e flores 

Uma índia 'lava' e 'coa' a mandioca brava para extrair o polvilho

Polvilho secando no sol antes de ser socado no pilão
Nos dias que passamos lá, um pequeno avião
levou medicamentos à Aldeia

O cacique Matu mostra como é que se toca a flauta Kuikuro 

Primeira Reunião com os Líderes na tarde do Domingo, dia 11

Susy mostra o interior da Oca do Professor
A pequenina escola da Aldeia

O ancião (Api - avô) conta da Cosmogonia, 
do Demiurgo e da Origem 
de todas as coisas na Cultura Kuikuro

Uma visão geral da Aldeia


Treinamento para os jogos (luta própria dos povos do Xingu)

Observe que os meninos também se preparam para ser campeões
'Vestidos' para a Cerimônia fúnebre

Daniel mostra como se utiliza o 'cachimbo'  kuikuro

Em meio a uma Cerimônia

Jaluikê pintou seus cabelos com Urucum

Todos participaram da Cerimônia

O segundo cacique pinta o corpo de outro índio 

O professor Daniel também teve seu corpo pintado

O cacique mostra como o cocar pode ser posicionado

Uma índia pinta o cinegrafista LeRoy com Jenipapo 
Nossa equipe com a família do cacique Arifutuá

LeRoy mostra o fruto da pesca na qual participou
Caminho de volta subindo o rio Kuluene

Bem nesse local, na outra margem do Xingu (Kuluene),
os irmãos Villas Boas
tiveram seu primeiro encontro com os Kalapalo

Referências:
Equipe do Projeto: Frank Viana Carvalho (Professor do IFSP e Líder da Expedição); Daniel Januário da Silva (Professor da Escola da Aldeia - interlocutor e intermediador cultural da Expedição); LeRoy Frank Lozano Carvalho (fotógrafo e cinegrafista da Expedição); Susy Leme (Responsável pelas Orientações sobre os Resíduos Sólidos e Assistente de audiovisual na Expedição) 
Fotos: LeRoy Carvalho, Daniel Januário e Susy Leme.
Texto: Frank Carvalho
Observações: As fotos da Cerimônia fúnebre foram tiradas pelo professor Daniel dois meses antes da visita da equipe do IFSP-SRQ
Dados: Site pib.socioambiental.org

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Alteridade

Meu bisavô era francês. Eu estudei na França. E por me interessar pelo que está acontecendo lá, eu me pus a escrever...

Eu sou Charlie.
Eu sou Ahmed.
Eu sou cristão.
Eu sou judeu.
Eu sou muçulmano.
Eu sou brasileiro.
Eu sou francês.
Eu respeito a liberdade de expressão.
Eu respeito a fé das pessoas.
Eu respeito quem não tem fé.
Eu sou apenas um ser humano...

“A morte de cada homem me diminui, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobram os sinos: é por mim”. (John Donne)

Não sou fundamentalista.
Sou eclético por natureza, quando o motivo é a virtude, a busca do bem.
É inaceitável 'matar' por causa de ofensas. Não está certo e nunca estará.

Acho correto defender pontos de vista, defender ideais, defender a fé.
Mas não acho correto provocar por provocar, desrespeitar por desrespeitar.
É muito importante tentar ver o mundo a partir da perspectiva do outro - isso é alteridade. Pessoas que conseguem enxergar desde outros pontos de vista têm posturas mais equilibradas e mais responsáveis.
Talvez o maior problema na atual questão é a existência dos extremistas: eles não conseguem ver o mundo a partir de outras perspectivas - estão presos numa caverna bem estreita. Eles concedem a si mesmos uma "autorização" para agir da forma como agem. Eles sempre têm justificativas para seus atos. Na verdade, sempre se julgam melhores do que aqueles que estão do outro lado.

Bem, e agora? Há vários da grande mídia dizendo os extremistas estão em ambos os lados. No entanto, eles os 'formadores de opinião' esclarecem afirmando que os únicos extremistas ruins são aqueles que matam os que não pensam como eles. Que não há problema no extremismo da liberdade de expressão. Será?

Acredito no equilíbrio: In medium est virtus. Acredito na pluralidade.
Ainda acredito no melhor de cada um.
Ainda acredito na humanidade.


Mon grand-père était français. Je ai étudié en France. Et me intéresse pour ce qui se passe là, je me mets à écrire ... 

Je suis Charlie.
Je suis Ahmed.
Je suis un chrétien.
Je suis un Juif.
Je suis musulman.
Je suis brésilien.
Je suis français.
Je respecte la liberté d'expression.
Je respecte la foi des gens.
Je respecte ceux qui ne ont pas la foi.
Je suis juste un être humain...

"La mort de tout homme me diminue, parce que je fais partie de l'humanité; ce est pourquoi je me demande jamais pour qui plier les cloches: c’est pour moi". (John Donne)

Je ne suis pas fondamentaliste.
Je suis éclectique pour nature, lorsque le sujet est la vertu, la poursuite de la bonne.
Il est "tuer" inacceptable en raison des infractions. Ce ne est pas à droite et ne le sera jamais.
Je pense que  qu'il est correcte le droit de défendre des vues, de défendre les idéaux, défendre la foi.
Je pense que  qu'il n’est pas correcte provouquer (juste) pour provoquer, manque de respect juste pour manque de respect (por la rupture).
Il est très important d'essayer de voir le monde du point de vue de l'autre - ce est l'altérité. Les gens qui peuvent voir d'autres points de vue, ils ont des positions plus équilibrées et plus responsables.
Peut-être le plus gros problème dans le numéro actuel est l'existence d'extrémistes: ils ne sont pas capables de voir le monde à partir d'autres perspectives - sont enfermés dans une grotte très étroite. Ils se accordent "permission" d'agir de la façon dont ils agissent. Ils ont toujours des justifications pour leurs actions. En fait, toujours se considérer comme meilleurs que ceux de l'autre côté.

Eh bien, maintenant? Il ya un certain nombre de grands médias disent les extrémistes sont des deux côtés. Cependant, ils (les) "influenceurs" précisent disant que les seuls mauvais extrémistes sont ceux qui tuent ceux qui ne pensent pas comme eux. Qu'il n'y a pas de problème de l'extrémisme de la liberté d'expression. Est-il si?

Je crois en équilibre: In medium est virtus. Je crois en la pluralité.
Je crois toujours dans le meilleur de chacun.
Je crois toujours en l'humanité.



domingo, 17 de novembro de 2013

Nós, os Seres Humanos

Nós, os seres racionais do Planeta...

Após tantos e tantos anos de aprendizado e desenvolvimento, ainda continuamos capazes de fazer barbaridades incríveis. Mas o velho Einstein já dizia: a estupidez humana não tem limites...


A apresentadora de um Programa televisivo, Melissa Bachman (o programa é "Winchester Deadly Passion"), causou polêmica e revolta ao postar a foto de um leão morto por ela em sua conta na internet (twitter). Após receber milhares de ameaças, modificou o perfil de sua conta. Na postagem aparecia o seguinte texto:: "Dia incrível de caça na África do Sul! Perseguindo este leão macho...que caça!".



Mas uma pesquisa mais aprofundada mostra que ela faz isso há algum tempo. 

Ela apresenta em seus perfis no Facebook e no Twitter fotos ao lado de bichos mortos que encontrava durante as expedições para gravar o seu programa de nome sugestivo (A paixão mortal pela Winchester).

Até que ponto o meio no qual ela cresceu, os patrocinadores, editores e o público alvo de seu programa são também responsáveis pelas atitudes dela? 

Não seria ela (e seu comportamento) fruto de uma mentalidade que domina grande parte da humanidade (violência)? No entanto ela (Melissa) é 'um ser racional' dotado de livre arbítrio, podendo fazer suas próprias escolhas e é claro, assumir o risco de suas decisões.

Mas a mentalidade (ideologia) da 'Violência' continua diante de nós. Analise você mesmo. Continuamos a cometer sem necessidade essa mesma violência com milhares de animais e sempre temos as escusas ideológicas baseadas em nossas necessidades. E ainda ensinamos isso às nossas crianças, que crescem influenciadas pelo comportamento dos adultos. 

Já dizia A. Schweitzer (para o bem, ou para o mal): “Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. É a única.” 

Melissa já nasceu com uma arma na mão, ou 'alguém' a ensinou essa postura e atitude?



Ficam várias perguntas (não vou cansá-los com minhas teses):

1. Faz sentido criar Parques Florestais para (em tese) proteger os animais e fazê-los alvos de caçadas humanas?

2. Faz sentido aprisionar animais, que na natureza ocupam espaços gigantescos em jaulas minúsculas, para servir de espetáculo de visitação pública (zoológicos)?

3. Será que haveria 'comoção pública' se ela matasse apenas crocodilos? 

Fonte das Fotos: Fotos e Arquivos disponíveis na Internet no Twitter e páginas de Melissa Bachman.

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