quarta-feira, 18 de maio de 2011

Como explicar as quatro forças básicas?

Uma segunda leva de argumentos para defender a idéia de um Propósito e um Criador na Natureza é apresentada pelo cientista Ariel Roth.

2. Como explicar a ação e o alcance das quatro forças (gravidade, eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nuclear forte e a gravidade) que regem a matéria e o universo? Como explicar sua precisão e interação? Sendo que a precisão de suas características e sua constante explicam o Universo habitável, como explicar seu “surgimento” como “leis” que regem precisamente o micro e o macrocosmo?


Se o valor da força eletromagnética ou da gravidade fossem diferentes numa quantidade mínima (de uma em cem mil), isso seria catastrófico para as estrelas (no nosso caso, o Sol). Se as forças básicas da física fossem apenas levemente alteradas, o Sol e o restante do Universo entrariam em colapso num instante. Como explicar esse “fino” ajuste?


Fonte: A ciência Descobre Deus. Ariel Roth, 2008, CPB.
Fonte da Imagem: findallvideo.com

2 comentários:

Little Hepburn disse...

Adorei seu blog, professor! Seguindo!

Anônimo disse...

Quanto já foi escrito sobre a existência x inexistência de Deus e quanto ainda o será?
Hoje a discussão é sobre criacionismo x evolucionismo.
A grande questão é: "Deus criou o homem à sua imagem e semelhança" ou "o homem criou Deu à sua imagem e semelhança"?
Pelo menos neste nosso planetinha azul, o ser humano é uma singularidade. Ele pensa e pensando, questiona, argumenta e filosofa. Depara-se continuamente com mistérios quanto mais avança no conhecimento. Os mistérios se afastam, mas permanecem a frente da curiosidade humana. Da mesma maneira que o limite do universo para os astrofísicos sempre se amplia na medida que os telescópios aumentam sua potência.
A religiosidade faz parte da nossa constituição intelectual desde o mais primitivo homem. Ela é necessária para sobrevivermos, quer como eremita quer como ser social. Está cravada no nosso DNA. Dean Hamer crê ter descoberto o "gene de Deus". O mais ateu entre os ateus dirige sua religiosidade para seu próprio ateísmo. O cientista céptico dirige para a Energia que é seu Deus. Muitas das qualidades do Deus dos religiosos tem a Energia dos cientistas. É onipresente, é onipotente, está dentro de nós, é invisível, só reconhecida pelos seus efeitos, dela fomos criados, rege o universo, etc. Fiat Lux, disse Deus ao criar o Universo.
O homem comum divide sua religiosidade entre Deus e o futebol, a escola de samba, a loteria, a política, etc. Crer ou não num deus criador do universo é uma opção pessoal e íntima. Depende de como ela nos traz conforto e segurança. Discutir a opção torna-se um diálogo infindável e estéril. Dele não brotará nada a não ser o prazer da dialética. Uma coisa é certa, para um intelectual com um pouco de espírito científico, todas as definições de Deus das religiões não se sustentam. Porém Deus e suas leis promulgadas pelas diversas religiões tiveram e continuam tendo um importante papel na convivência social. É um instrumento de agregação indispensável, por enquanto, na sustentação das sociedades.
A Matemática que tudo "pode" e tudo "explica" na concepção de seus sábios é só uma linguagem humana que ajuda na interpretação dos fenômenos naturais. Tudo o que sabemos foi criado nas nossas próprias mentes. O mundo é apenas como o vemos, não como ele existe. Poderá ser diferente quando surgir uma nova sub-espécie de homo sapiens.
Petrópolis, 18 de março de 2017
Oscar P. G. Braun

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