sábado, 31 de agosto de 2019

Aprendizagem Cooperativa - Referências

Referências Bibliográficas – Aprendizagem Cooperativa - Frank Viana Carvalho

CARVALHO, Frank Viana. Projeto Pedagógico Central do Brasil. Revista Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 5, n.27, p. 48-57, 1999.

_______________________.  Pedagogia da Cooperação: trabalhando com os grupos através da Aprendizagem Cooperativa. Engenheiro Coelho-SP, Editora UNASPRESS, 2000.
_______________________. Metodologia da Aprendizagem Cooperativa. Revista da Escola Adventista, UNASP - Arthur Nogueira, v. 06, p. 09-12, 2000.

_______________________. Pedagogia de Projetos. São Paulo, e-book, 2002, (2005).

_______________________. Por que aprendizagem cooperativa? Revista Cooperação Online, v. agosto, p. 8-10, 2011.

_______________________. Ensino e Aprendizagem Cooperativa – Promovendo o trabalho em grupo na sala de aula (p. 09-32) in UNGLAUB, Eliel. Aprendizagem - Múltiplas Visões sobre o Aprender. 1ª ed. Engenheiro Coelho: UNASPRESS, 2011. v. 1. 155p.

_______________________. Estratégias e recursos de ensino através da Aprendizagem Cooperativa aplicados aos graduandos da Licenciatura em Ciências Biológicas. Scientia Vitae, vol. 1, n. 1, junho, 2013, p. 62-77. Disponível em:

_______________________. Trabalho em Equipe, Aprendizagem Cooperativa e Pedagogia da Cooperação. São Paulo, Editora Scortecci, 2015.

_______________________. Experiências da aprendizagem Cooperativa no Brasil. International Conference of IASCE (International Association for the Study of Cooperation in Educaction) at Odense, Denmark, 01-03 october, 2015.

_______________________. Research and Experiences on Cooperative Learning on Brazil. Scientia Vitae Magazine, vol.3, n. 11, janeiro de 2016, p. 02-11. Disponível em: http://www.revistaifspsr.com/frankjan16.pdf

_______________________. Cooperative Learning in Brazil. IASCE (International Association for the Study of Cooperation in Education) - Newsletter Volume 35, Number 3, December 2016. Disponível em:

Com Delly Danitza Lozano Carvalho:
CARVALHO, Frank Viana; CARVALHO, Delly Danitza Lozano. Pedagogia de Projetos. Revista Cooperação Online, Ano 6, Vol. 2, Fevereiro de 2009. Disponível em:

 Com Manoel Andrade Neto:
CARVALHO, Frank Viana; ANDRADE NETO, Manoel. Metodologias Ativas: Aprendizagem Cooperativa, PBL e Pedagogia de Projetos. São Paulo: República do Livro.  122 p.  ISBN: 978-85-85248-02-4. 2019. 

Com Anna Carolina Salgado Jardim:
JARDIM, Anna Carolina Salgado; CARVALHO, Frank Viana. The Curriculum Integration and Cooperative Learning through the Art and Entrepreneurship Project in the Integrated Technical Course in Administration at a Federal Institute – Brazil. International Journal of Humanities Social Sciences and Education (IJHSSE), Volume 4, Issue 3, March 2017, PP 23-36. ISSN 2349-0373 (Print) & ISSN 2349-0381 (Online). Disponível em: 
https://www.arcjournals.org/pdfs/ijhsse/v4-i3/4.pdf

JARDIM, Anna Carolina Salgado; CARVALHO, Frank Viana. A Formação Continuada e sua importância na qualificação dos docentes nos Institutos Federais. IIIº Fórum Internacional de Educação Profissional e Tecnológica: Diversidade, Cidadania e Inovação, Olinda-Recife, 18 a 22 de maio de 2015. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/281593043_A_formacao_continuada_e_sua_importancia_na_qualificacao_dos_docentes_nos_Institutos_Federais

Com Anna Carolina Salgado Jardim e Denise Marques Alexandre: 
JARDIM, Anna Carolina Salgado; CARVALHO, Frank Viana; ALEXANDRE, Denise Marques. A Integração Curricular e a Aprendizagem Cooperativa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia: Uma Experiência no Curso Técnico Em Administração Integrado ao Ensino Médio. Anais do Congresso EDUCERE, XIIº Congresso Nacional de Educação. PUC-PR 26 a 29 de outubro de 2015. Disponível em:

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Vindiciae Contra Tyrannos - Edição em Língua Portuguesa

A Obra Vindiciae Contra Tyrannos – O Direito de Resistir

De tempos em tempos temos o privilégio de ler em nosso próprio idioma obras de grande valor, seja no aspecto literário, seja na profundidade e elegância das ideias e argumentos.
A análise e contextualização aliadas à primeira tradução para o português do clássico da Filosofia Política renascentista, Vindiciae contra Tyrannos, brindam-nos com a excelente oportunidade de observar a construção dos argumentos da luta contra a tirania em prol de uma teoria contratual de Estado, bem como a defesa da liberdade de consciência e expressão da fé realizadas por Stephanus Junius Brutus.

Para adquirir a obra Vindiciae (língua portuguesa)


Especificações: “Vindiciae Contra Tyrannos - O Direito de Resistir”, 463 págs., ISBN 978-85-9470-006-3, Discurso Editorial – USP,  2ª Edição,17 x 24 cms. De R$ 118,00 por R$ 90,00 (promoção para Filósofos ou Pesquisadores até 31/12/2019).





Livraria Atelier do Saber
a) Calcular valor do frete (1 kg) utilizando o site do Correio (*) – Veja abaixo:
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Até o final de Dezembro de 2019, a obra estará com desconto promocional, de R$ 118,00 por R$ 90,00 + frete.

Discurso Editorial
Para adquirir através da Discurso Editorial, entrar em contato com o Dr. Milton Meira do Nascimento, diretor da Discurso através do E-mail: milton@usp.br






A Obra Vindiciae Contra Tyrannos – O Direito de Resistir

O nome do livro é “Vindiciae Contra Tyrannos - O Direito de Resistir”. É uma obra há muito aguardada, pois é o resultado de dezessete anos de uma longa, árdua e aprofundada pesquisa sobre a Ética e a Política. O livro tem duas vertentes, uma pesquisa analítica que explora o caráter historicista das influências sobre os personagens e autores, e uma abordagem conceitual do fenômeno político da tirania em suas influências e interferências no poder, nos costumes, na sociedade, na religião e na liberdade de consciência. Ao traduzir, comentar e analisar a principal obra do período, como autor e tradutor, também utilizei o nome dela no título tema do livro.



Numa época de crise na política e na ética, uma boa notícia: depois de um trabalho de pesquisa que durou longos dezessete anos, será lançado o livro com 463 páginas, chamado 'Vindiciae Contra Tyrannos - O Direito de Resistir', com lançamento pela Discurso Editorial (Editora da USP).  Enquanto súditos do Reino francês, perseguidos por ações do rei lutavam contra a tirania do absolutismo, em seus escritos eles defendiam a democracia representativa e a liberdade de consciência e livre expressão da fé - uma completa modernidade em pleno século renascentista. A USP, berço da pesquisa, está valorizando muito o que foi feito e criou um Evento sobre o assunto para valorizar a pesquisa e o lançamento do livro.

O livro recebeu a análise de grandes e influentes filósofos e acadêmicos brasileiros que recomendaram a sua leitura (os filósofos Dr. Roberto Romano, Dr. Rolf Nelson Kuntz, Dra. Olgária Chain Féres, Dr. Milton Meira do Nascimento, Dr. Alberto Ribeiro Gonçalves de Barros, Dr. Sérgio Cardoso, Dra. Maria das Graças de Souza - e os acadêmicos Dr. Rogério de Souza Silva, Dr. Sandro Heleno Morais Zarpelão, e Dr. Gomes de Lima - os comentários deles estão no começo da obra e na contracapa). Também foi analisado por especialistas do Direito, Sociologia e História. É um sopro de esperança para uma renovação da Ética e para o respeito à Liberdade de Consciência em nosso país.

Se considerarmos a força dos argumentos e a modernidade das ideias apresentadas, entenderemos porque este tratado se tornou infame perante as autoridades estabelecidas nos séculos XVI e XVII.
Os escritores monarcômacos enquanto apresentavam seus argumentos contra a tirania em meio às Guerras de Religião, num vislumbre quase futurista, lançaram também as bases contratuais da democracia representativa.
Que relações poderia haver entre o escritor político Nicolau Maquiavel, a rainha Catarina de Médicis e o vidente Nostradamus? Entre o Papa Gregório XIII, o rei Henri IV e o reformador Theodore de Bèze? Nesta obra, muitas histórias e muitos personagens se mesclam às propostas filosóficas e teorias políticas. Você está convidado a adentrar ao mundo da Filosofia Política por meio de um caminho revolucionário, fascinante e instigador.



Divisão da Obra Vindiciae Contra Tyrannos – O Direito de Resistir
Quatro Partes:
Na primeira parte do livro é apresentada a narrativa histórica das Guerras de Religião, envolvendo seus personagens e principais acontecimentos. A narrativa é breve e didaticamente compreensível, e ao mesmo tempo, fidedigna e consistente com os fatos e referências dos principais historiadores franceses: acordos, divergências, romances, torneios, disputas, julgamentos, fé, casamentos, intrigas, assembleias, manipulação, traição, tramas, e é claro, os horrores da guerra fratricida.
Na segunda parte está a análise da obra Vindiciae Contra Tyrannos, uma obra que causou grande impacto em todos os segmentos da população francesa, pois ousava questionar a centralização do poder nas mãos do rei. E com argumentos que vão surpreender os leitores (baseados no Direito Romano, na História dos Povos e nas Sagradas Escrituras), ao mesmo tempo em que defendia a liberdade de consciência e expressão da fé, questionava a legitimidade do poder do rei se este agisse contrariamente aos propósitos de um bom governo. Chegava ao ponto de dar aos magistrados, representantes do povo, o direito de depor um governante se ele fosse um tirano. Quais argumentos e teses defende o autor das Vindiciae?
Na terceira parte está a tradução do texto completo das Vindiciae Contra Tyrannos. A tradução foi feita a partir do texto latino, com cotejamento das versões francesa e inglesa. Nesta parte, além da Introdução, estão as Quatro grandes questões feitas e respondidas por Stephanus Junius Brutus e o Poema Final.
Na quarta parte está um Apêndice com a análise das duas obras que antecederam as VindiciaeFranco-Gallia e Le Droit des Magistrats. Além disso, ali também estão de forma resumida, as histórias de vida dos principais personagens das Guerras de Religião e uma breve análise dos fundamentos da teoria contratual.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Metodologias Ativas: PBL, Projetos e Aprendizagem Cooperativa - Nova Mutum - UNEMAT

Em Nova Mutum, na UNEMAT e na Secretaria de Educação tivemos a oportunidade de falar para mais de 300 educadores. Na palestra o grupo conheceu de maneira dinâmica e criativa como as Metodologias Ativas criamcondições para ensinar mais e melhor aos alunos, promover a educaçãosocioemocional, a criatividade e integrar conhecimentos, habilidades, competências e valores. Apresenta como as Metodologias Ativas permitem aos estudantes  aprender e se desenvolver em diferentes contextos e espaços educacionais, em pequenos grupos, em sala de aula ou fora dela, e em ambientes de formação profissional. Elas fundamentam as principais  estratégias de trabalho nas instituições de ensino e empresas. Na sequência um Workshop para os docentes da UNEMAT e também da Secretaria de Educação Municipal. O legal é que a proposta metodológica atende os pressupostos do Projeto FOCCO, que trabalha a aprendizagem cooperativa na Universidade Estadual. A proposta sugere caminhos e dá liberdade aos docentes para criarem suas próprias estratégias cooperativas para a melhoria do ensino e da aprendizagem.
Valeu muito a pena conhecer esse grupo motivado e disposto a participar de novos projetos e pesquisas metodológicas. Agradecimentos à Diretora, profa. Roberta, à profa. Camyla, coordenadora do Curso de Administração, e à profa. Eloisa, coordenadora do FOCCO.  Um grande abraço UNEMAT e Nova Mutum-MT.







segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Paulo Freire - Um legado incrível de um grande educador


Paulo Freire
 Frank Viana Carvalho
Mesmo sendo uma referência mundial na educação, Paulo Freire é incompreendido em seu país natal. Se Paulo Freire fosse de fato estudado, compreendido e utilizado, a educação brasileira estaria décadas à frente do que está hoje. Seu conceito de que a educação é um caminho para a emancipação, transformação, progresso individual e social está na própria base da educação, ideias preconizadas no iluminismo pelo grande pensador Jean Jacques Rousseau na obra O Emílio, e na virada do século XIX para o XX pelo respeitadíssimo educador e filósofo John Dewey. Já escrevi neste blog muito sobre Paulo Freire, mas retorno a ele neste momento em que sua obra é equivocadamente colocada em cheque.

Paulo Freire desenvolveu uma pedagogia crítica centrada no estudante, que vai muito além das metodologias, com princípios fundados no diálogo entre docentes e discentes e no valor da educação como ferramenta para a emancipação. 
O sucesso de Paulo Freire é completamente merecido. Ele é uma referência na educação mundial. Que tal aprender um pouco mais sobre ele?
No início da década de 1960, num Brasil com uma taxa de 40% de analfabetismo, uma das grandes realizações de Freire foi o projeto que coordenou na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte, na alfabetização de adultos (hoje chamada de EJA). Utilizando seu método inovador - um método sintético unido a uma proposta de reflexão dialógica -, ele conseguiu a proeza de alfabetizar 300 adultos em três meses (a maioria em 45 dias).
Faço aqui um pequeno paralelo antes de continuar falando deste grande educador. Em fins da década de 1990 e início dos anos 2000 participei do Programa Alfabetização Solidária como formador de alfabetizadores numa parceria entre municípios da Paraíba e a faculdade onde eu trabalhava como coordenador de cursos superiores. Aproveitando a experiência e meus conhecimentos pedagógicos, eu mesmo atuei como alfabetizador de adultos (EJA) em São Paulo. Assim, como educador e alfabetizador, utilizei muito da proposta freiriana, unida aos avanços da metodologia da aprendizagem cooperativa (meu campo de pesquisa e publicações). O sucesso dos alfabetizandos era notável e isso ocorria em pouco tempo. Posso afirmar sem sombra de dúvida que, com a metodologia adequada e empenho dos estudantes, é possível alfabetizar em poucos meses na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Voltando a Paulo Freire e ao seu método, fica bem claro que ele buscava não só a base da alfabetização que era a formação de palavras e expressões e a leitura e compreensão, mas visava ao mesmo tempo à interligação do processo ao seu cenário, à sua conjuntura e à sua situação estrutural. O educando percebia que as palavras tinham conexão com o contexto social e cultural. Logo, sua educação visava à reflexão e conscientização que possibilitavam caminhos para a emancipação individual. E ao incentivar ações de parceria e cooperação, ele estava indicando caminhos de crescimento coletivo e comunitário.
Ele via a educação numa perspectiva filosófica: o educando assimilaria os conteúdos e conceitos estudados fazendo uso desta prática dialética com a realidade. E isso ocorreria em contraposição a outro tipo de educação, que ele via como dominadora, alienante e mantenedora do status quo: uma educação sem diálogo, onde os estudantes apenas recebiam passivamente os conteúdos dos professores - como uma conta que recebe depósitos -, daí denominada por ele de educação bancária; uma educação só voltada à técnica e à repetição vazia; uma educação sem reflexão e por isso alienante; uma educação mantenedora do status quo - manteria o educando com poucas perspectivas de progresso individual e social -, sobretudo nas classes mais desfavorecidas; uma educação que não permitia ao aluno estabelecer seu próprio caminho; uma educação que tinha interesse no silêncio e na passividade. Enfim, Freire propunha outro caminho e logo o país estava diante de duas propostas completamente distintas. 
Freire entre os grandes na Suécia

O caminho de suas ideias parecia destinado ao sucesso, no entanto, com as mudanças trazidas pela Ditadura Militar, incompreendido, Paulo Freire sofreu perseguição política. Documentos da Secretaria de Segurança Pública mostram que os militares consideravam Freire um “homem notoriamente ligado à política esquerdista”, que “vinha comunizando o Nordeste através do seu método de alfabetização de estilo revolucionário”.
Mas o que parecia a mais dura prova para o educador, se transformou em sua maior realização, pois suas ideias ganhariam o mundo. Após mais de setenta dias de prisão em 1964, teve que deixar o país e seguiu para a Bolívia, depois para Chile, Estados Unidos e Suíça. Escreveu, deu aulas, palestrou, ganhou o mundo.
Finalizando este post, enfatizo que os países mais avançados do mundo a partir do momento em que o conheceram, jamais negaram a importância, a inovação e o avanço que representam as ideias de Paulo Freire e continuam estudando e se aprofundando em seus conceitos. É sábio e é vanguardista adotarmos essa posição e seguirmos este mesmo caminho.

Não existe tal coisa como um processo de educação neutra. Educação ou funciona como um instrumento que é usado para facilitar a integração das gerações na lógica do atual sistema e trazer conformidade com ele, ou ela se torna a ‘prática da liberdade’, o meio pelo qual homens e mulheres lidam de forma crítica com a realidade e descobrem como participar na transformação do seu mundo”. (FREIRE, 2002, p. 15)
“ [É preciso] criticar a arrogância, o autoritarismo de intelectuais de esquerda ou de direita, no fundo, da mesma forma reacionários, que se julgam proprietários, os primeiros, do saber revolucionário, os segundos, do saber conservador; criticar o comportamento de universitários que pretendem conscientizar trabalhadores rurais e urbanos sem com eles se conscientizar também. [...] para mim, o caminho da superação daquelas práticas está na superação da ideologia autoritariamente elitista; esta no exercício difícil da virtude da humildade, da coerência, da tolerância, por parte do ou da intelectual progressista. Da coerência que vá diminuindo a distancia entre o que dizemos e o que fazemos”. (FREIRE, 1993, p. 80).

Aqui apenas um pouco do muito que Paulo Freire representa. Preferi apresentar em números e fatos:
- Suas ideias e propostas estão no currículo da formação de professores das mais prestigiadas Universidades de todo o mundo, de Harvard a Cambridge, de Oxford a Sorbonne, de Tóquio à Melbourne.
- Recebeu o prêmio da UNESCO de Educação para a Paz em 1986.
- O terceiro teórico mais citado em trabalhos acadêmicos no mundo inteiro.
- Autor do único livro (de um autor brasileiro) mencionado entre as cem obras mais citadas no mundo: Pedagogia do Oprimido.
Mural na Universidade do Chile homenageando Paulo Freire

- Único autor brasileiro entre os cem mais citados no Google Scholar 2016.
- O brasileiro mais homenageado da história recebendo o título de Doutor honoris causa em 35 Universidades do Brasil e do mundo.
- Cidadão honorário de diversas cidades brasileiras.
- Condecorado 24 vezes com medalhas, comendas e prêmios em vários países.
- Convidado oficial de 54 países dos cinco continentes.
- Homenageado com estátua em Estocolmo, capital da Suécia.
- Em 13 de abril de 2012 foi sancionada a Lei nº 12.612, que declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.
- Segundo uma pesquisa envolvendo três estados brasileiros, Paulo Freire é o nome de escola mais comum.
- Uma escola pública independente de Holyoke, Massachusetts, Estados Unidos, nomeou-se "Paulo Freire Social Justice Charter School", e isso foi aprovado pelo Estado em 28 de fevereiro de 2012.

Referências
[1] FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 22ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
[2] FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança; 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra 1993.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Palestra e Workshop com os Gestores Educacionais de Itapevi-SP


No evento “Liderança e Gestão Democrática nos Desafios da Modernidade” desenvolvido pela Secretaria de Educação através do Atelier do Saber, em novembro e dezembro de 2017, tive o privilégio de apresentar aos Gestores Educacionais de Itapevi-SP as seguintes palestras/workshops:
Inteligência Emocional, Mudanças e Superação dos Desafios na Administração Pública”;
Gestão de Pessoas - Mediação e Resolução de Conflitos”; e
Trabalho em Equipe: Compartilhar, Cooperar e Trabalhar em Equipe”.
Foram momentos agradáveis de interação, descontração e muita aprendizagem, onde pude compartilhar conhecimentos técnicos, educacionais, científicos, humanos e relacionais. Também compartilhei experiências e vivências dos meus 17 anos de atuação na Gestão Escolar.
Fica aqui registrado o meu agradecimento à equipe diretiva do Departamento de Educação do Município de Itapevi.





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