Estudar e praticar boa ciência leva a uma boa perspectiva filosófica. Isso quando vemos a ciência não como um método estático, imutável ao longo do tempo, mas pelo contrário, como um processo dinâmico que se constrói com base em pesquisas e experiências, acertos e erros, sucessos e fracassos. De fato, a ciência é uma das criações e experimentos humanos mais bem sucedidos, quando comparada a outros campos do conhecimento.
Frank - Candidatura a Direção Geral do IFSP-SRQ 2025-2028
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Em Defesa da Ciência
Estudar e praticar boa ciência leva a uma boa perspectiva filosófica. Isso quando vemos a ciência não como um método estático, imutável ao longo do tempo, mas pelo contrário, como um processo dinâmico que se constrói com base em pesquisas e experiências, acertos e erros, sucessos e fracassos. De fato, a ciência é uma das criações e experimentos humanos mais bem sucedidos, quando comparada a outros campos do conhecimento.
Ariel Roth apresenta mais indícios de planejamento
Em seres (organismos) vivos avançados, acumulam-se mais problemas do que soluções. Quando estudamos a complexidade do olho, não temos a impressão de que possa ter evoluído. O olho tem muitos sistemas complexos como a bioquímica integrada sensível à luz da retina, as características de autoexposição e auto-foco, que consistem de muitos componentes que não funcionariam e não teriam sobrevivência evolutiva até que todas as partes necessárias estivessem presentes. A visão colorida é outro exemplo de complexidade irredutível, porque a capacidade de separar várias cores na retina não ajudaria a proporcionar visão multicolorida sem um mecanismo cerebral para analisar as diferentes cores. Receptores e analisadores específicos devem estar presentes e funcionar devidamente a fim de proporcionar um sistema que sobreviva. Dizer que o olho foi formado ao contrário do que deveria ter sido não diminui a sua complexidade, nem resolve o problema da sua funcionalidade.
Fonte: A Ciência descobre Deus. CPB, 2010.
A Posição de Collins
Francis S. Collins é um geneticista norte americano, diretor do Projeto Genoma Humano e um dos principais responsáveis pelo mapeamento do DNA humano. Collins pertence ao pequeno grupo dos cientistas que acreditam firmemente em um ser superior. No caso dele, de forma muito ativa: lançou em 2006 nos Estados Unidos o livro “The Language of God: A Scientist Presents Evidence for Belief” (já traduzido para o português). No entanto, associar um ser superior com a evolução, seria uma visão de meio termo. Como diz Ariel Roth, com esse tipo de abordagem pode-se ter uma posição científica semissecular e um ser superior para resolver os mais difíceis problemas do acaso cego, como a origem da vida e a explosão cambriana.
Essa idéia não é encontrada em revistas acadêmicas, mas certamente faz parte da reserva ‘intelectual’ de vários cientistas para conviver bem nos dois campos aparentemente opostos. Entretanto, se ‘oficialmente’ for permitida a entrada de um ser superior no processo, a mudança é radical e permite ‘resolver’ todas as dificuldades que hoje se mostram sem explicação. Será essa uma posição satisfatória (ou confortável) para os evolucionistas do acaso?
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Como explicar as quatro forças básicas?
Uma segunda leva de argumentos para defender a idéia de um Propósito e um Criador na Natureza é apresentada pelo cientista Ariel Roth.
2. Como explicar a ação e o alcance das quatro forças (gravidade, eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nuclear forte e a gravidade) que regem a matéria e o universo? Como explicar sua precisão e interação? Sendo que a precisão de suas características e sua constante explicam o Universo habitável, como explicar seu “surgimento” como “leis” que regem precisamente o micro e o macrocosmo?
Se o valor da força eletromagnética ou da gravidade fossem diferentes numa quantidade mínima (de uma em cem mil), isso seria catastrófico para as estrelas (no nosso caso, o Sol). Se as forças básicas da física fossem apenas levemente alteradas, o Sol e o restante do Universo entrariam em colapso num instante. Como explicar esse “fino” ajuste?
Fonte: A ciência Descobre Deus. Ariel Roth, 2008, CPB.
Fonte da Imagem: findallvideo.com
2. Como explicar a ação e o alcance das quatro forças (gravidade, eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nuclear forte e a gravidade) que regem a matéria e o universo? Como explicar sua precisão e interação? Sendo que a precisão de suas características e sua constante explicam o Universo habitável, como explicar seu “surgimento” como “leis” que regem precisamente o micro e o macrocosmo?
Se o valor da força eletromagnética ou da gravidade fossem diferentes numa quantidade mínima (de uma em cem mil), isso seria catastrófico para as estrelas (no nosso caso, o Sol). Se as forças básicas da física fossem apenas levemente alteradas, o Sol e o restante do Universo entrariam em colapso num instante. Como explicar esse “fino” ajuste?
Fonte: A ciência Descobre Deus. Ariel Roth, 2008, CPB.
Fonte da Imagem: findallvideo.com
Há evidências na natureza que apontam para um Criador?
Há evidências na natureza que apontam para um Criador? Essas evidências são consistentes? Existe um Deus que planejou a natureza? Há dados, informações ou elementos científicos que apontam nessa direção?
Ariel Roth, cientista radicado nos Estados Unidos dedicou mais de 30 anos de suas pesquisas na busca dessas respostas. Para ele, a análise dos fatos na direção que a informação indica (ou aponta), leva à perguntas que (só) podem respondidas por um Planejamento Superior. Eu apresento aqui suas ideias resumidamente.
1. A organização da Matéria. Como explicar a complexidade das leis que permitem a organização da matéria na interação de partículas subatômicas, como os quarks, nêutrons e prótons, com parâmetros muito exatos que facilitam a formação dos vários tipos de elementos químicos? (Isso sem contar a existência de outras partículas ainda menores que, nas modernas análises científicas, levam os centistas a uma ainda maior perplexidade).
Como explicar o fato de que a matéria não precisaria existir e, existindo, porque o faz de forma tão meticulosamente organizada?
Porque a matéria não se apresenta como uma bolha de um grude desorganizada e caótica? (O que seria tremendamente lógico da perspectiva do acaso cego).
Como explicar a exatidão (por exemplo) da proporção da massa dos prótons? Nos elementos que há no Universo, a proporção (exatidão) é de uma em mil.
Fonte: Roth, Ariel. A Ciência Descobre Deus. CPB, 2008.
Ariel Roth, cientista radicado nos Estados Unidos dedicou mais de 30 anos de suas pesquisas na busca dessas respostas. Para ele, a análise dos fatos na direção que a informação indica (ou aponta), leva à perguntas que (só) podem respondidas por um Planejamento Superior. Eu apresento aqui suas ideias resumidamente.
1. A organização da Matéria. Como explicar a complexidade das leis que permitem a organização da matéria na interação de partículas subatômicas, como os quarks, nêutrons e prótons, com parâmetros muito exatos que facilitam a formação dos vários tipos de elementos químicos? (Isso sem contar a existência de outras partículas ainda menores que, nas modernas análises científicas, levam os centistas a uma ainda maior perplexidade).
Como explicar o fato de que a matéria não precisaria existir e, existindo, porque o faz de forma tão meticulosamente organizada?
Porque a matéria não se apresenta como uma bolha de um grude desorganizada e caótica? (O que seria tremendamente lógico da perspectiva do acaso cego).
Como explicar a exatidão (por exemplo) da proporção da massa dos prótons? Nos elementos que há no Universo, a proporção (exatidão) é de uma em mil.
Fonte: Roth, Ariel. A Ciência Descobre Deus. CPB, 2008.
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